quarta-feira, 28 de outubro de 2015

domingo, 25 de outubro de 2015

Whenever I was feeling wrong
I used to go and write a song from my heart
But now I feel I've lost my spark
No more glowing in the dark for
My heart

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Que porra eu tô fazendo da minha vida?
Dias atrás pensava em você
Não era assim,
Mas olho pra trás
Mas penso e sigo em frente
Pra nunca mais viver assim ♪ ♫ 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Suicídio é que nem uma mulher bonita num bar. 
Você olha ela e algo dentro de você cresce e diz ‘eu preciso dessa mulher pra mim’. Aí você pede um whisky e começa a pensar no que falar pra ela. 
Eu pergunto o nome dela? Ou eu chego me apresentando? Eu pergunto o que ela gosta de fazer ou tento encantar ela com as coisas que eu gosto? 
Você vai ficando nervoso, pede mais uma bebida e se questiona: por que eu quero essa mulher tanto? Mas você não consegue responder. É algo maior que você.
 Quando você finalmente toma coragem e se levanta, o caminho entre o balcão e ela parece uma eternidade. Você chega perto dela e trava. Fica com medo. 
Você desiste e volta pra casa agoniado por não ter conseguido falar com aquela mulher. 
Chega em casa e se masturba pensando naquela mulher. Você não consegue entender o conflito entre existir algo dentro de você dizendo que você quer; e, quando você tenta fazer, outra coisa dentro de você diz que não é pra fazer. 
Suicídio é que nem uma mulher bonita num bar.

Charles Bukowski

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

domingo, 4 de outubro de 2015

Relógios, Palhetas e Areia

   Estava eu aqui mais uma vez imersa nesses meus lindos bloqueios de escrita e cheia de coisa da faculdade pra fazer (mas na verdade não fiz nada), e pedi pra Giu ( a mente por trás desse blog, que não me deixa desistir de escrever) me dar um tema. Pois bem, as três palavras que se encontram nesse título são sobre o que eu devo falar. Vocês sabem que eu amo desafios e não poderia deixar esse passar, portanto, espero corresponder as expectativas.

Relógios, Palhetas e Areia

Vejo relógios por toda casa, 
Todo segundo e momento,
Horas que passam,
Horas que vão,
Ponteiros que giram...

Passa o tempo!
Acaba o tempo!
Voa o tempo!
E envelheço...

As palhetas perco,
Os cabelos embranquecem, 
O medo assombra...

Na sombra me escondo,
No dia permaneço,
As horas passam,
No estomago as borboletas...

Tudo isso, dentro da areia que cai...
Sou simples ampulheta.



H.R.K

Há outras, mas não lembro agora uhuahua

sexta-feira, 2 de outubro de 2015